…em lume brando

2 07 2009

Uma gaja leva uma puta de uma vida, no fundo é o que penso cada vez que me debruço nas caldeiradas onde ando metida.

Eu que me apixona com uma facilidade imensa, aquele cabrão que me ia dando da vida, saiu, e sofri bué, bué é muito, mas a certa altura passou.

Quando eu menos esperava aparece o meu gordo, baixinho, puto… ca cena docaraças. Conhecemo-nso muito melhor, o tempo passa e vejo-me muito atraida, não em excesso, mas tranquilamente a gostar de alguem, sem muita paixão. Foi como se tivesse a fogeuira acessa, mas em lume brando.

E é certo que passaram quase dois meses e  foi tudo tão bom, mais acesso, muito mais e de parte a parte, tudo a dois, a chama é dois, é de doidos. Somos tão iguais, queremos tantos os gemeos, fazemos tudo para os ter.

Foi tão bom perceber, que não era mais um, era aquela pessoa, era ele, foi o meu gordo, que eu procurei desde sempre. A certa altura pensei acabar com tudo. Paree que andava aparvalhada. Hum…

A minha amiga Paula disse logo que estava a mandar fora o unico homem que é realamente o homem da minha vida. Não é que ela tem toda a razão, o unico que me pede filhos, o unico que me obriga a dizer a verdade, o unico que diz que tem medo, o unico que diz que me ama kilos de vezes por dia, o unico com que fiz amor na varanda, o unico com quem se toma banho de mangueira e se faz sexo..nunca amor…muito… um excesso de desejo que acontece sempre e sem limites…

Nunca pelo sexo, ams sim pelo excesso ilimitado de tudo… tenho um namorado excelente, vou mudar de casa, vou ter filhos e vou dar uma volta do caraças…

ah para quem querira saber, mudei de concelho….





Ana… outra estória

2 05 2009

Ana, continua a ser a estória de vida de alguem que se considera especial por excelencia que viveu um grande amor… mas que hoje ja nem ódio resta, todo o resto tornou-se muito mais importante…

” A Ana sabia, já o tinha dito e disse ao longo de meses que haviam momentos em que ele seria mais um… no fundo foi um… o unico em que a intensidade de uma relação se demarcou e levou a ‘entender o rumo que a vida me fez tomar…tento guardar o que é bom de guardar’. mmasi uma vez viveu uma ilusão de uma paixão (ou muito mais do que isso) que a transformou numa pessoa, também mais ponderada, mas que difinitivamente vê o parar como um enriquecimento pessoal de crecimento interior. Definitivamente a Ana precisa de ganhar força, as dificuldades sao mais do que muitas e presam-se muitas vezes com uma gestão de contas e dividas que nunca mais acabam, com tanto trabalho, quem nunca mais é pago, e com um ordenado que não chega para pagar tantas coisas. Uma filha, que deixou de existir, o sonho da Maria Clara, que se tornou numa dor de perda. No fundo Ana não se define como amargurada, atraiçoada ou quelquer coisa de ruim, como alguem tentou dizer, a ana não vive nem viveu nun inferno, vive numa vidaa real, em que aceita comida de toda a gente, ajudas de todo o lado, simplesmente porque paga duas casas emuitas águas, luzes e sei lá que mais, vive em função de uns pais que põe os bens materais acima doq ue se entende por amor. Sendo que o amor é tudo o que procura, na verdade nunca o teve. Sentiu, mas nunca o teve na sua plenitude. Os sonhos de uma vida transformaram-se em estórias, que recorda atraves da escrita e da pintura, das lagrimas e da dor de quem podia tudo. A felicidade que ninguem diria estar presente, tem sido a sua maior aliada. Aliada numa calamidade destas…”

Entenda-se, afinal o que é ser feliz e onde está essa felicidade?

Nunca um mestrado, um mercedes ou um trabalho em Londres fariam alguem feliz, se essa pessoa não o for. As contas vão-se pagar um dia, a dependência pelos outros é para o resto da vida, mas o murro na mesa da-se quando ouver segurança e necessidade de alguem perceber que a vida é muito mais do que dinheiro, que o amor está em nós e a felicidade pode ser um estado permenente, desde que que aceite com agrado e uma mais valia cada momento que os outros nos dão.

A perda faz parte de toda a vida e de todos os seres humanos, há quem perca pontos e há quem deixe passar penaltis, há quem perca falsos amores e deixe passar os sonhos, nao como oportunidades perdidas, mas por decisões mais acertadas e ajustadas à realidade. O sonho adiasse porque se sabe que se é capaz de muito mais.





6anos+tarde

2 05 2009

 

Ontem tive aquele privilégio de estar com um ESPECIAL, alguém, com quem tinha estado à seis anos e estabelecido uma relação causal e pontual.

Acima de tudo aquele que sempre soube ser um amigo e que continuará a ser. É o mínimo. O máximo nunca sabemos. Se calhar por ele voltei a escrever, não por saber que ele vai ler, esta gaita toda, mas porque deu-me mesmo saudades daquela partilha boa, com o mundo ou com todos os que conseguiram ler este blog.

O JT é de certa forma ou até certo ponto uma pessoa interessante, porque me torna a mim mais interessante. Como?

Sempre falei muito com ele, pelo menos pessoalmente, alguma coisa por mensager, muito pouco por telefone, no entanto já não digo o mesmo por sms, nas últimas horas.

Sinceramente nunca percebi muito bem o que ele vê em mim ou quem ele vê em mim. Não percebi à seis anos e não percebi ontem, enfim isso não me preocupa de todo, no entanto a curiosidade ou o querer saber não deixar de mexer comigo.

Por falar em mexer, falaríamos se ele mexe comigo ou não. À seis anos atrás mexeu muito mais do que ele alguma vez imaginou, na altura pensei que alguma relação não seria o melhor (no entanto não deixei de fazer muita merda a seguir). Hoje de todo me é indiferente, quanto mais não seja porque sinto-o em mim, quando estou sete horas a falar com ele e para ele. No entanto, jamais me interessa saber o que sinto, claro, nesta altura prefiro nem sentir. Não tenho a mínima vontade de me envolver, nem com o Pai Natal ou o Coelhinho da Pascoa, muito menos com homens que pensam e emitem opiniões, sobre tudo, até sobre a bimbi ou aspiradores, cozinha, ou merdas que já não ligo nadinha, as coisas da casa sempre tiveram e terem acréscimos femininos

Às vezes penso que a capacidade dos homens de surpreenderem mulheres ficou nas peúgas quando as tiram. Não é que o JT não me consiga compreender, acredito que sim, nunca o fez, aí é o que me faz acreditar naquela amizade boa.

(tou a beber uma merda de um chá horrível)

Também não uma condição, a surpresa, eu também jamais o devo ter surpreendido, nunca o pretendi, mas posso-lhe oferecer flores. Nem sei se gostava, mas no fundo, nessas coisas faz-se tudo com carinho e temos certeza que os outros vão gostar tanto ou mais do que nós.

No fundo amei estar com ele, foi bom, não dormimos juntos, isso também foi bom. Definitivamente não consigo e no fundo quero manter o meu balanço pessoal, estabilidade emocional, nunca a tive, vou conquistá-la, agora não me restam dúvidas, quero muito estar sozinha e quero muito que me amem e me vejam e sintam como uma mulher que jamais vai querer noites e/ou sexo, não é nada disso, já foi, não é, não tenho qualquer vontade de haver sexo “normal” ou “anormal”, talvez especial, mas amor só acima de tudo, não quero mais: foder, sexo, curtes, casos ou o raio que parta, fiquei farta…

Amor… só…

Alguém que olhe por mim e para mim… na cama e fora dela…

Alguém que perceba que há uma dor em mim, que vai estar em mim sempre, da qual faz parte a minha estória.

Eu não quero mais que me vejam como “a melhor noite se sexo da minha vida” ou supermulher que só trabalha, viaja sozinha, sai à noite sozinha, come na cama, deixa a roupa pela casa tipo strip, não cozinha durante dias e deixa o pó acumular para se deixarem recados nos móveis, nada disso.

Já não é nada disso que me faz sentir feliz, o que me faz feliz é sentir que não vou á procura, é sentir que me respeitam, é sentir que sorriu, é sentir-me não na procura mas no encontro do maior sonho da minha vida, onde o sexo é dos anjos, o amor é ouro e os diamantes somo nós.





UmAmorqueNãoAcaba – Que te Cegou – Um Nojo te Ti

7 04 2009

Nada para de crescer dentro de mim…

A raiva

O ódio

O desejo

Os filhos

A dor

O amor.

O amor de quem te sente

O amor de quem te espera

Que nunca mais venha o dia.

O dia em que não vais voltar.

Amo –te tanto,

Mas não mais do que a mim mesma,

Nem à minha vida.

Não a mais do que ao brilhos dos meus olhos

Não a mais do que ao doce dos meus lábios

E ao cheiro da minha pele.

Há um dia

O de à amanhã

Em que  te vou amar

Mas nunca mais te vou querer

Nunca te quiz de verdade.

Só quis o amor que sinto

E que cresce

E que vai fazer de mim uma luz

Que vai brilhar cada vez mais.

Nunca vais poder olhar para este brilho,

Não me vais ver,

Vais cegar.

O teu amor levou-te a cegar,

Acabar contigo

Acabar com os que te rodeiam,

Com o nojo que metes

do cheiro que deitas

a merda e estrume que vem de dentro de ti,

Do teu coração que não existe,

Do teu eu que não é nada,

De um nojento que amo,

E que vou amar pela fraqueza humana,

Pela saudade que tenho de ti,

Do teu real,

Que só eu conheço.

Mas dispenso.





O Momento…

31 03 2009

… Maria ou Manuel…

Com sete semanas…

sete-semanas-31

sete-semanas-11

sete-semanas-2





Grávida

31 03 2009

…contas feitas – ecografia – 7 semanas – 25 de Março – isso mesmo – estou grávida

um torbilhão de ideias e decisões passam na minha cabeça,

tudo flui

um bebé.

O que eu sempre quiz.

Ameaças de morte – completamente falsas – o pai desta criança nunca me vai aceitar, nemnunca vai querer um filho ou uma filha. A Maria ou o Manel estão a caminho – sinto uma felicidade imensa.

Não sei bem com quem a partilhar – As ameaças são uma constante, o desespero de quem não quer outra verdade e outra vida, de quem é nojento, de quem não ´capaz jamais de enfrentar o pai, a mãe e acima de tudo o Mundo, o social. Tudo isto porque o pai da Maria ou do Manel pensa que é gente e não passa de uma animal que ameaça que me mata se eu não tirar este bebé.

Não passa de mais um, mas na verdade de alguem que ainda hoje amo, mas jamais irei suportar para a minha vida, não vou permitir se quer que me fale.

não vou permitir jamais a ninguem de eu não ser eu mesma,

vou sempre querer o que é melhor para mim,

por muito que isso doa,

aos outros, à familia e ao social.

PI nunca mais vais ser o mesmo.

Um dia vais ver,

mas é tarde não podes voltar…

…nunca voltes…

…porque afinal ninguem te vai querer e esperar!





Entre Sete e Oito… Dezassete

20 03 2009

A minha vida transformou-se a uma velocidade relampago, como a de qualquer outra pessoa.

Contei os meses sagradamente, até sete.

Cheguei a contar os dias, as horas, os minutos e até mesmo os segundo…mas tudo mudou.

Sete fez a diferença em tudo e nada foi a mesma coisa.

Foram alguns momneto s bons, mas outros momentos foram muito maus. Na verdade o bom tranformou-se num amor que ainda hoje sinto, e que transporto dentro de mim, disposta a tudo.

Dezassete foi o dia, em que muito possivelmente, fizemos este filho, que trago dentro de mim, na certesa de dois teste de gravidez (feitos em casa) positivos.

Tudo mudou: a angustia, as crises de ansiedade, a violência, o teu desespero, a minha vontade, o amor, o ódio, a tristeza, a alegria, a vontade. Simplemnte tudo.

Mudou tanto que a minha calma fez com que ponderasse muito no que na realidade quero, na minha felicidade plena, no trato que tive, no olhar do mundo, no ar que respiro.

A vontade de viver com esta criança que cresce dentro de mim, cresce a cada milimetro que o meu bebé também cresce. Cresce com dúvidas da melhor decisão, mas com certezas doq ue se deve ou não fazer.

tudo mudou porque tão simplesmente estou grávida, de um amor, que é o meu, que sinto por aquele que vai ser pai deste bebé, mas que não o quer para nada, muito nemos para servir de estorvo a uma vida regada.

Regada por prazeres momentaneos e alcoolicos de pouca sanidade metal. de quem não consegue nunca ser feliz e fazer alguem feliz, de quem não assume quem é, de quem sempre teve medo de amar, mas que nunca soube o que é isso.

As Estórias que vos tenho contado tem sido, não de amor, mas de uma mulher que ama e que faz tudo para aceitar os desafios que se poe à sua frente, como tarefas arduas de vida ou de uma vida, que tem sido um grande desafio.

há um cansaço grande, mas uma força extrema, um filho a crescer dentro de nós, faz com que tudo mude, quem está conosco está quem não está estivesse, nada nme ninguem nos faz a minima falta.

Há uma força que luta, por não perder nada, por viver cada minuto, por acietar tão simplesmente o que Deus lhe deu. É Fantastico, ter o poder de decidir sobre a vida, sobre o rumo que se vai seguir, sobre o desistir ou investir.

passei uma vida toda a investir, em mim, num futuro que não sabia ser este, num sonho que tinha – o de ser mãe.

Agora, ou no dia 17 (de Fevereiro de 2009), esse sonho tornou-se realidade, e tudo mudou, e vamos virar a vida ao contrário, a cabeça de todos, o mundo, e a força cresce, mas antes disso tudo e todos se colocaram em causa.

NINGUEM PENSEI QUE DESISTO, nunca vou desistir de investir no meu amor próprio, na minha dignidade e no que quero para mim. VOU LUTAR COM TODAS AS FORÇAS, não vou perder um filho, só porque o quem o fez acha-o um estorvo, esqueça. O PAI vai ser sempre pai, mesmo não querendo a filha é dele – PI.

 5 semanasSão cinco semanas a crescer dentro de mim

Nunca pensei em engravidar assim, mas nunca pensei em fazer um aborto, assim, em pressão, com chantagem, com medos, sem carinho ou afecto, sem amor, sem uma mão a ajudar, não me imagino numa clinica, como aquela ou a outra, me que desmancham-se vinculações de mães e filhos, desmancham-se afectos e laços que já se criaram dentro de nós. Afinal, sou mulher, tenho 31 anos e sozinha. Nada a temer, sempre e viver!cartao_nascimento





Depois… Nunca me dei ao trabalho de falar, de ouvir, muito menos de entender

11 02 2009

Fala-se em estar na cama com ou ir para  a cama com, neste caso falo eu. Perceba-se que estar na cama com é coisa que faço com alguem que vale muito a pena. Com o que sofri percebe-se que só faço as coisas com amor, e é real que sei que neste momento a pessoa que amo precisa de definir ou redifinir toda uma vida.

Mas na verdade cada encontro transforma-nos, em especial a minha maneira de pensar.

Ontem no fim dele se ir embora, pensei, porquê?

Porque é que no fundo, conseguimos com tanta habilidade dos dois, dar a volta à questão de não termos falado inicilamente de alguma coisa, que podia tornar as coisas menos boas.

Assim foi. Ou melhor o que se tornou menos bom, tornou-se em alguma coisa de fantastico, com uma angustia enorme que me deu, mas que ao mesmo tempo, percebi que  se falasse e não parasse iamos os dois dar a volta à questão. Demos voltas é certo, mas foram bem dadas. é dificil ter esta capacidade, se calhar nem eu prória nunca tive, não sei. Ele se calhar também nem pensou sobre isso. Será que noutra situação identica, com outra pessoa ia tentar dar a volta às coisas, ou ficava-se? Porque na busca do prazer, não há sentimentos, nem conversas. Quando há conversas e manifestações de sentimentos é que pode existir a preocupação de que cada vez que se está seja única… e maravilhosa… que valha sempre a pena… que nunca se esqueça cada promenor… dos fios de cabelo e dos corpos que se envolvem… como se fosse sempre a primeira vez, com um nervoso miudinho, que faz lembrar um certo estado de virgindade permanente, que é tão bom, sentido com este amor, que é o meu amor… ou melhor o nosso, acredito que no fundo me ames da mesma maneira que eu te amo, com um estado leve no coração e de aperto ao mesmo tempo, pelo medo (pelas diferenças, pelo futuro e tantas memórias vivas do passado).

Tudo ficou claro, contas feitas, emoções ao rubro e lá estavamos nós a dar a volta a todas as questões que se possam ser colocadas como menos boas, quando apareentemente só estamos na cama com alguem.

A diferença é tão simplesmente essa, não estamos na cama com…

Estamos com a pessoa, isso faz a diferença, e estamos com a pessoa que amamos, que vamos e estamos a fazer a amor, isso também faz a diferença. Percebi que se falasse do que não me tinha feito sentir tão bem, também seriamos capazes de não ficar quietos, e dariamos conserteza a volta à questão de maneira emq ue o prazer fosse não em dobro ou triplo, mas fosse o nosso prazer, o de dar e de ter… Só tendo a capacidade de amar é que se consegue dar a volta a tudo isto e amar ainda mais.

Jamais passadas tantas coisas que circularam e circulam entre nós, eu, mesmo eu, me daria ao trabalho, de ficar numa boa a olhar para ele e a falar, básicamente a ouvir. Ouvir o que ele sente. Tentando sempre percebê-lo e perceber-me, tendo o tempo como aliado, numa decisão que passa por uma vida, uma cominhão de uma vida.

Ontem vi o tempo como mediador, numa realaçõa que existe e que é boa, em que é esse mesmo tempo, que vai definir e mostrar tanto a um como a outro o que é bom para os dois. Aliás muito tempo tenho dado ao tempo para me mostrar isso mesmo.  

Nunca e jamais em tempo algum da minha vida me dei ao trabalho de compreender alguem, num fim de um acto sexual em si, muito menos de sentir que estavamos ali os dois a pensar com carinho um no outro e que assim iamos falando da vida (mesmo que tenha sido mais da dele, onde muita coisa e muita gente esteja implicada), em que há guardadores de cabras, que são especiais, e que usam sempre um cajado rijo, para não vergarem enquanto o tempo passa.

O cajado está lá,

mas o tempo pode desgastá-lo há que ter cuidado,

com o desgaste que o tempo dá ao cajado. 





Há dias assim…

10 02 2009

“A importância das coisas sem importância”

Afinal que importancia têm?

A nossa dedicação, a nossa lealdade ou tão simplesmente a nossa covardia.





O Dia…Depois do Outro…

10 02 2009

… O sonho de uma noite de verão…

“Duas lindas bagas, meldadas num só pé: assim, parece ser dois corpos, com um único coração”

Percebe-se que desde essa noite,

só resta o sonho,

do que jamais um dia vai ser real contigo.