Pelo dia, pelos nossos dias, pelo caminho

23 09 2008

 

A 23 de Setembro de 1973, morria Pablo Neruda

A 23 de Setembro de 08, alguém morreu, mas não sei quem, sei que cresceu em nós, 60 dias de amor eterno que nenhum de nós jamais vai esquecer, passe-se o que se passar, faça-se o que se fizer, aconteça o que acontecer.

Há momentos que ficam para sempre – OS NOSSOS

 

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Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma em escravo do habito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se

Arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho

De emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando esta infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um

Sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de inicia-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.

Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.

 

 

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Dois amantes felizes não têm fim nem morte,

Nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,

São eternos como é a natureza.

 

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Não te quero senão porque te quero,

E de querer-te a não te querer chego,

E de esperar-te quando não te espero,

Passa o meu coração do frio ao fogo.

Quero-te só porque a ti te quero,

Odeio-te sem fim e odiando te rogo,

E a medida do meu amor viajante,

É não te ver e amar-te,

Como um cego.

 

Tal vez consumirá a luz de Janeiro,

Seu raio cruel meu coração inteiro,

Roubando-me a chave do sossego,

Nesta história só eu me morro,

E morrerei de amor porque te quero,

Porque te quero amor,

O sangue e fogo.

 

 

 





Em reflexão… vou… fui…

18 08 2008

Esta poderá ser uma despedida. Essa coisa de não gostar de despedidas é uma tanga. Mais ou menos. No fundo vou apanhar um sol e banhar-me numas águas quentinhas.

Hoje é a azafama de por tudo ao geito e de ir – detesto viajar de noite – mas que se lixe.

Amor, fofinho, doido, gajo, querido e essas coisas todas parvas – vou mas os sentimentos também vão, é importante referir. Claro que vou conhecer meio mundo de gente, talvez pessoas interessantes, mas quando se sente, sente e isso dificilmente muda. Mudar seria o indicado para nós. Nem sei como consegues ir vivendo ou sobrevivendo no meio de tanto stress, gritos, murros, e merdas sem geito, que jamais deveriam fazer parte de uma familia e da condição de sobrevivente neste vida. Põe proposito, objectivos no que sentes, no que defines como preoridade, põe a felicidade e a plenitude em cima de tudo. Acima de tudo e de todos põe-te a ti e define-te como a única prioridade. Vive à tua luz e não vivas à luz dos outros.

Não sei se sou ou fui a mulher da tua vida – não sei se volto – não se se morro – sei que acima de tudo, espero que te tenha mostrado uma maneira dferente de se estar, um amor diferente, um ar novo, mas que acredites mais que tu podes fazer tudo, desde que com isso tragas a tua felicidade.

Todos os que lerem este blog – e obrigada às muitas visitas que tenho tido – hoje vou com 20 – que pensei que este não é um blog com as minhas estórias, é um blog de uma pessoa mais ou menos normal, que leva uma vida como tantas outras pessoas, só que faz tudo por tudo, dá 300 voltas à cama para se levantar e ser feliz, mesmo sentido muitas vezes uma solidão louca e intrinseca.

Aproveitem todos para viver a plenitude da vida com amor e carinho ao proximo (a).

A ti amor – que te amo de verdade – que fazemos amor – que daria muito da vida por ti – mas ainda não sabes – és lindo aos meus olhos e à flor da pele do nosso perfume. Um beijo na boca dos bons e dos nossos.





Especulação em Ligitma Defesa

6 08 2008

Hoje tive uma chamada de atenção para um dos posts deste blog, ou diria mais, deste livro electrónico que faço questão que predure.

Releio o que escrevo frequentemente, para tentar aprefeicoar a escrita e os sentimentos que dela advém. Realmante estive a ler e reler o post que te chamou a atenção e te deixou a pensar. Também sei que ainda não estou verdadeiramente distante desta escrita e da situação que ela relata para poder ter certeza do que sinto realmente.

Não nego, que sinto muito aliviada por termos uma relação em que não há compromisso, nem haverá.  Resta-me mesmo viver o que tenho, porque se já tinha aprendido a ser assim, então agora sou cada vez mais.

Não há compromissos, neste momento, por três motivos: Existe uma namorada, um estado civil e sentimentos que deverão estar numa fase de contrução primordial.

Para ser muito mais explicita:

  • Uma namorada – a tua e só a tua – definitivamente que preferia que tu não tivesses um compromisso. Ela sim é o verdadeiro compromisso da tua vida vida. Gostes não gostes, sintas desejo ou não, te sintas feliz com ela ou não. Ela existe e bem e, não se pode descuidar essa parte. Ela têm sido a prova daquilo que tu fazes por ti e por ela. Ela é a mulher da tua vida para todos os efeitos legais. Ela é a pessoa que a em ou a mal tem estado contigo, é ela que te serve de companhia formal. Seria assim supostamente ela, a mulher, que vai contruir uma casa contigo (sem portas e com paredes de vidro), mãe do teu filho (rapaz de preferência), evelhecer a teu lado e tratar como mereces que te tratem. Atenção em parte não te culpo por nada disto, são simplesmente anos que passaram aos quais se aliou a cobardia ou a coragem (the brave ou the defeated).
  • Um Estado Civil – entre casada e separada – sobre o ponto de vista legal estou neste ponto, e isso está lá, e enquanto não desmantelar este vinculo, não iria ter coragem para assumir tudo o que poder ser a sétima maravilha do amor – Nós – e do prazer de viver. Apesar desta estado eu não tenho qualqur tipo de compromisso com outra pessoa. Aliás se eu o tivesse nunca estaria a viver o que vivo contigo. Nunca o fiz. Tudo o que fiz foi livre para amar. Do género, sem sentir que existe outra pessoa. Sabes porquê? Pela entrega. Ou se faz ou não se faz.
  • Sentimentos – os nossos – fase de construção primordial – é facto que estamos a conhecermo-nos e que derrepente podemos acordar para o mundo e um de nós vai desaparecer. Vai embora. Já não está. Por outro lado esta paixão e necessidade de estarmos, pode passar a ser um estado permanente, e vamos ter que mudar uma série de coisas na nossa vida, pelo menos na postura em determinadas situação. Neste momento estamos a recolher o que sentimos e como vivemos cada minuto da nossa vida, com e sem o outro, para que um dia talvez se consiga definir alguma coisa.

Passamos de um prazer carnal, que nunca o foi tão somente, tudo transcendeu isso mesmo, por isso andamos sempre a pensar o caminho que escolher. Só que o caminho a escolher tem a ver com  a maneira como o preparamos e isso requer mtuitas decisões, que devem ser sempre feitas em função de nós mesmos e não do outro. Para assim estarmos plenos da nossa escolha.

Apetece-me dizer: Meu Amor, quando um dia percebermos que a vida para nós os dois faz sentido, que passamos de sexo a fazer amor e a querer estar – pelo sexo, pela companhia, pela aventura, pela pessoa, pelas gargalhadas, pela partilha, pela atenção, pelos mimos, pela complicidade, pela partilha, pela vontade, pelo amor – aí sim vão existir escolhas que acarretam decisões duras e dificieis. Disso deveremos ser poupados, enquanto não existem as verdadeiras certezas, por isso vamos viver sem promessas… juras de amor eterno… únicos.

Acredita gosto muito, mas muito, de ti…





Uma SMS

3 08 2008

“Fecho os olhos e não precisode muito para sentir os teus lábios nos meus, a tua lingua liga-se à minha como se estivessem a fazer amor. O nosso beijo continua ofegante, terno, meigo. As nossas mãos tocam nos nossos corpos, cheios de desejo. As linguas movimentam-se novamente, sentimos um prazer imenso, os dois, sirrimos e beijamo-nos ao mesmo tempo. É como se atingissemos o orgasmo, ao mesmo tempo. Num só beijo. Abro os olhos, não estás, mas sinto-te bem junto a mim.”





2 Coisas que Sabia – 1 Nunca Iria Imaginar – 1 Engano

30 07 2008

Dito e feito, tudo tem sido diferente, cada dia, cada minuto, cada hora, prometi a mim mesma e assim vai continuar a ser. Monotonia, chega naquelas coisas que temos que fazer sempre todos os meses e os dias do ano.

Mais um encontro, estava muito nervosa, nunca tinha colocado as coisas nestes termos. Tu estavas nervoso, stressado, é uma questão de vida ou melhor, desculpa, da tua vida. Pelo caminho pensei sempre no local que iriamos jantar, gostava que fosse um local bom para conversar, que te fosse familiar, aliás não queria que fosses tu a pensar obre isso, hoje não. Derrepente tive aquele feeling e sabia que havia um local excelente que só ias lá com o teu melhor amigo, havia algo em mim que me fazia dizer isso. Por certo já falaram sobre nós ali mesmo. Afinal, e apesar das outras hipoteses, acho que acertei ou melhor SENTI – uma coisa que eu sabia.

Durante esse jantar, em que escolhemos aquelas coisinhas boas para comer, e como sempre tu escolhes o nosso vinho tinto, que é sempre divinal, talvez pela companhia, mas um bom vinho até sozinho sabe bem. No nosso caso o vinho tem sempre um carisma especial. Foi esse carisma que me fez chamar em ti uma série de coisas que acho que não vives ou vives medriocamente. Como é possivel numa vida destas as pessoas serem e querem tão pouco. Ou melhor apreciam grandes carros, casas, motas, mas depois na envolvencia com outros ou outras são tão pouco. Não é o meu caso, se bem sabes, nunca deixei um amor por viver, sempre me dei muito, por isso o sofrer também tem sido muito, mas vivi sempre na plenituda da verdade e não da ilusão. Tive a sensação que me cabia a mim fazer-te pensar sobre o quê e quem te faz feliz, de que maneira. Nunca submestimando os outros, é das coisas que mais detesto, porque no fundo estamos com pessoas que têm muito valor para nós. É pena é que na vida, e lamento, só somos putas e cabrões com os outros quando nem por nós próprios temos respeito. Envolvemo-nos com um maralhal de gente e de sentimentos e parecemos um novelo de lã. Tudo enroladinho. E depois…

Damos tempo… crescemos… amadurecemos… ganhamos mais força… e decidimos…

“O ter de parar para reflectir acontece quando temos dúvidas nos nossos sentimentos, não quando temos certezas…” – essas certezas vem com o tempo e isso é delicioso, porque aliada a essa certeza vêm a nossa libedade, o nosso amor prório, as nossas escolhas e o nosso presente – futuro. Assim somos felizes garanto – te.

As nossas conversas passam sempre por coisas banais, dos nossos gostos, das nossas vidas e das pessoas com que estivemos e estamos, falamos e aceitamos o que cada um diz, não nos queremos ver infelizes, isso é fantástico, somos sinceros, eu digo-te o que acho de ti e do que fazes ou pensas com a maior sinceridade do mundo e derrenpente estou a falar com um amigo a quem quero muito bem- A amizade entre nós existe – Outra coisa que eu sabia – e acrescento que estou cá para o que der e vier independentemente das tuas decisões, todas elas aconhidas por mim com respeito. Prometido aos teus 50 anos vamos andar os dois de Harley-Davison. 

Ainda a sobre nós seria falar no auge dos amantes, em que o sexo funciona em pleno e é cada vez melhor, diferente, mais intenso. Dei por mim numa sessão em que o compasso de espera estava a tornar-se uma eternidade. Ter um orgasmo mútuo é díficil, no geral. No entanto quando a vontade é esperar para que se atinja um ponto que nunca se atingiu, espera-se. Esperei ao ponto de secar tanto, mas tanto, que pela primeira vez na minha vida tive que beber do teu suor para saciar a minha sede, isto porque a intenção era um orgasmo para duas pessoas – o Nosso.

Foi dos momentos altos da minha vida, e caiam as pontes, acabe o mundo, desapareças ou raio que parta, eu nunca na vida senti nada disto e melhor este prazer ninguem me tira, é como se não houvesse amanhã.

Eu Estive lá. – Nunca iria imaginar – que o sexo tantrico era admirado pelos dois como uma religião, como uma espécie de amor espiritual, que vai para além dos limites da sobrevivencia corporal sexual e passa para um outro lado que é de Satisfação Espiritual, de Paz, Entrega, ao Conhecermo-nos a Nós Próprios.

Para quem não sabe – “O sexo tântrico é uma forma de adiar ao máximo o orgasmo, para obter prazer prolongado…é um processo que vai elevar o nível do sexo, segurando o orgasmo cada vez mais. Toda a energia retida, quando liberada, se transformará num êxtase total.” (surgiu na India à 5 mil anos) 

Engano – a Outra sou Eu, muito prazer, e a outra é ela oficialmente a mulher que está e estará na tua vida – uma condição sem cobranças, é acima de tudo uma questão de Amor que tenho a Mim Mesma – quem engana os outros engana-se a si mesmo, porque não se conheçe e não sabe o que deseja. Uma coisa é certa “Tudo o que eu te dou, tu me dá a mim…”





Nós e o Nosso Corpo

24 07 2008

Este foi o dia em que percebi que o mais gostava em ti era quando suavas colado mim e derrepente o teu suor tornou-se no liquido que saciava a minha sede, tornou-se na água que percorria o meu corpo e que me fazia estar sempre colada a ti.

O suor que vinha de dentro de nós e nos faz sentir como amantes o resto das nossas vidas, que jamais estaremos dispostos a fazer menos do que isto, que jamais vamos sofrer um pelo outro, e que só estamos um para o outro pelo prazer, pelo que conseguimos dar, sem cobranças, só para sermos os melhores, os melhores amantes que da vida querem prazer, tranquilidade e querem suar de paixão e tesão.

Continuamos e acabamos com os nossos beijos perfeitos, que nos fazem sentir agarrados um ao outro, na possibilidade de que nenhum de nós vai jamais voltar a sofrer.





8 Meses e 3 Semanas… Só

24 07 2008

Afinal… Foi Realmente um dos Dias mais Felizes da minha Vida …
   .                                            .. Mas Só Isso… Nada Mais…

Havia muito para dizer, na verdade a última vez que escrevi por aqui estava para ter um dia fantastico tal e qual como ele foi. Mas na verdade foi esse dia. Os outros também foram com momentos, bons, maus, médios, mas desgastantes… para mim e para ele…

Ao fim de oito meses e tres semanas, ele desitiu e deixou de estar ao meu lado…percebo-o, mas na verdade, as atitudes, a descoragem, o desprazer, fazem com que não tenha nada a ver com ele… que sempre acreditei ser o velho que iria aturar o resto da vida…

Estou de Volta … sou aquele Mulher de 30 anos e dispoosta a tudo para ser feliz