Voltei

31 08 2008

É caso para dizer que completamente fodida, cheia de febre, farta de stresses e com uma solidão brutal. Conheci toda a gento nos dois ultimos dias, em que ardi tanto em febre que não fui sair com a brasileira que beija na boca como um a louca, e que ensina os outros a som do sonho. Prometo que te vou pagar uma cervejinha e uns cigarros a Londres um da destes.  

Gostei imenso de ter conheci aquele alemão dono do bar, que não faço a minima onde era, enfim só sei que as Italianas são giras, as portugas nem por isso, isto porque eu ainda não tinha ido lá bater uma conversa na lingua que move o mundo – inglês.

Realmante que foi a pita ou o cabrão que me fizeram este broxedo da cena da febre, vão ver, para o ano vou para a Gran Canária onde os surfers são de lamber a areia, ou então vou para as Maldivas e roiam-se de inveja. Percebam que viajar, ou não, é uma questão de opção.

Ah adorei voltar e Lisboa é a cidade mais bonita do mundo. Voltei para amar muito, ser feliz sempre e fazer os outros felizes. Já agora, vou mudar o mundo dêem-me o tempo e a altura certa…





UM ERRO CRASSO

31 08 2008

 

Imaginem o erro que eu estava prestes a cometer…

Com esta relação de amante ou o que seja, em que existe uma cumplicidade, de um ele e uma ela, fundidos num Nós… Excelente…

No entanto, tenho noção do que eu posso dar e até onde posso dar.

Situação que não tem sido muito fácil para mim, mas imagino que para ele não será melhor. Eu sinto-me livre acima de tudo, a não dualidade dele leva-me a uma liberdade incondicional, o que é bom.

Ele por um lado, de liberdade não deve ter nenhuma, a não ser quando se entrega por amor, ao mar e a alguém que verdadeiramente ame, porque se solta, fica levemente livre. No entanto o seu dia é feito de liberdades condicionadas por outros e outras, chegando ao fim do dia preso por presas que fazem dele refém de uma vida que gostariam de ter. É sistematicamente condenado à opinião de todos e todas que o rodeiam e é altamente crucificado, como menos bom e menos sério, pela sociedade que o rodeia. Por amigos, eu bem sei. E bem me custa. Acima de tudo os meus amigos defendem-me, como se defendessem o diabo. Esse preço eu não pago.

 Ele não sabe o que dá e a quem dá, é condicionado porque não se pode dar, é condicionado nos sentimentos, é mutilado no amor que sente. Ele ama, eu sei. Não sei se ama a vida, se a ele próprio, mas ama a pessoa que sempre sonhou partilhar uma vida, momentos, raiva, alegria, enfim, ama incondicionalmente a pessoa que gostava que fosse sua. No entanto ele sabe que as pessoas são livres, muito mais livres quando percebem que não têm compromissos, quando não há nada para a frente, quando o amor é utópico.

O meu erro, estava em pensar, que mais uma vez estava certa quando enuncio e sofro pela felicidade dos outros, estava quase a esquecer-me de ser feliz – imaginem!

Achei que podia resolver a vida de um ser que tem dificuldade em se assumir, ou se assume de uma maneira muito sua, onde se ata com nós de marinheiro e se compromete com a liberdade condicional. Até certa altura, achei que podia dar opinião sobre a vida do outro, achei que tinha uma razão absoluta. Era mais uma pessoa a dizer o que tens que fazer… estava a ficar louca…

Por momentos pensei que poderia ser eu a decidir o que o outro tem de fazer, não lhe dando espaço de decisão, como poderia estar quase a cometer esse erro crasso, fatal, como a morte.

Eu que não suporto que se metem nas minhas decisões, na minha liberdade de pensamento, nas minhas escolhas, eu que não conto tudo, eu que vivo cada minuto comigo mesma, como se fosse a melhor pessoa do mundo, eu que me estimo e me cuido para mim mesma, para me agradar, eu que saiu de casa para dormir no melhor hotel da minha rua, como se fosse uma a amante de mim mesma.

Desculpa amor dos momentos,

 amor da saudade,

 amor da liberdade.

Estava a agarrar-te as asas desse amor,

que te dão liberdade para voar…

é a única coisa que tens…

e eu adoro ver-te voar…

ficas sonhador…

ficas o louco que amo,

na condição de te odiar,

quando deste amor não vier mais nada…

é puro…

Sonha,

enlouquece,

 voa,

 respira,

 brilha,

 acima de tudo ama-te

 e vive muito bem contigo,

segura-te quando fores para cair,

 ama quando tiveres a odiar,

 liberta-te quando te agarrarem,

foge do medo,

grita e transpira a felicidade que os teus olhos emanam quando olhas para …

…a tua liberdade

 

E como se diz:

                                               “Tudo o que amo deixo livre, se voltar é porque me pertence, se não é porque jamais me pertenceu”





Tanta beleza junta – aguenta-te

31 08 2008

 

A descrever desta ilha balnear passa por dizer que é, o local do mundo, onde os homens são lindos – os Espanhóis – até quando os polícias mandam parar é um prazer. Os policias aqui parecem àgua num dia de seca, são muitos, mas lindos, raro é encontrar um policia sem sal. já fui a três continentes diferentes e tenho a dizer que até hoje esta ilha ganha sem dúvida. Foi aqui que vi o homem mais bonito, até hoje nestes 30 anos e nunca andei de olhos fechados, deviam ter mais de 30 anos, era moreno, alto e tinha um corpo de fazer inveja às clínicas de estática. As suas mulheres – as espanholas – deixam muito a desejar, muito mesmo, são gordinhas. No geral os espanhóis são gordos, literalmente gordos, e as mulheres não são muito bonitas. Mas, esta ilha repleta de nordicas, lindas, altas, loiras e morenas muito bronzeadas, fazem os encantos dos nossos amigos espanhóis e dos portugueses que por cá vem ver como se respira a verão. Nesse caso até fico sem respirar quando as vejo. E por falar nisso, muito se vê, casais de gays, tanto no mais feminino como no mais masculino, mas ui… elas e eles são topo de gama dos gays que andam por ai, bons e boas. Enfim, num poderia ser lésbica, não tenho os requisitos de beleza.

Continuando, os espanhóis, per si, fazem os encantos dos mundo. Não descuidando alguns portugueses muito giros que conheci, mas são muito pão sem sal. Não são eles a luz da noite e que fazem as cervejas saberem tão bem, de longe. Aí voltamos aos espanhóis, que estão muito à-vontade na sua terra, e os Italianos, tenho impressão que se sentem como peixe na água.  Mas alemães, ingleses, holandeses há deles que brilham no escuro.

Pelo cheiro mau que tem esta ilha, existem homens que brilham, que são a sombra do verão e a água de todo o ano, tudo aqui é fácil desde que meta praia, cervejas, diversão, calor, beleza, droga, conversa, olá, tatuagens, piercings, sexo, mas acima de tudo respira-se a férias.

Ah, a não esquecer, a ilha onde se faz topless, entre novas e velhas, maminhas com plástica sem plástica, arrebitadas, descaídas, com estrias, sem estrias, enfim o que interessa é a parte de baixo do bikini, que na maioria não é fio dental, muito menos que em Portugal. Mas aqui soa parte de baixo, a de cima, fica para o ano. Por sistema não v portuguesa nenhuma a fazer topless, mais uma vez viva as nórdicas, estive sempre com elas – ainda bem que descobri a praia onde só aviam alemães e holandeses, outra vida, muito bom. A todos e todas que partilhamos de umas boas manhas e tarde, espero que continuem a fazer topless e a tentar conhecer meio mundo, como falamos.

Aproveitem as Balneres onde tudo e todos são liberais e a liberdade não tem limites.