A Saga do Sábado à Noite

9 08 2008

Estou completamente lixada. Nestes momentos só me dá vontade de me perguntar como é que foi e é possivel eu andar com uma pessoa que têm uma namorada, oficial, à 8 anos. Como? Foda-se. Por estas atitudes ponho a minha sanidade mental em causa. Tenho sofrido tanto, até certo ponto, com os homens da minha vida. Agora, não sei como me deixei envolver tanto, com tanta emoção a uma pessoa, que têm os sabados à noite para ele e os domingos, sei lá. É horrivel sentir que não posso estar com ele, que não posso por a hipotese de ele ir ter comigo nas poucas noites que estou sozinha, não posso imaginar que estou a dividir. Homens não nunca, não consigo.

Consigo salvaguardar sempre quando estamos juntos, quando penso nele, é como se ninguem existisse.

Mas no fundo não consigo passar bem o sábado e o domingo porque estou sempre a pensar que a pessoa que quase foge comigo para uma casa algures por aí, para uma piscina, que me diz que sou linda, que passo noites excelentes num carro, que jantamos às gargalhadas a contar as estórias da nossa vida, com que eu gostava de passar um fim de semana algures em Barcelona, com que eu gostava de andar de mota (à pendura), com quem eu gostava de entrar na água do mar, com quem eu gostava…. sei lá do quê. Esse homem está ou estará na cama com a namorada dele e eu nutrida de sentimentos e estórias divido esta minha relação assim - entre o prazer e a angústia.

Vou dormir antes que rebente de raíva.





Um Piscina… Um Sonho…Uma Noite… No Sex

9 08 2008

“Encontraram-se num bar conhecido de ambos, onde estavam com algumas pessoas conhecidas. A certa altura ele, em genero de segredo diz-lhe perto do ouvido: vamos embora daqui. Ela sorri e emitiu um sim, de flicidade, estava farta de estar ali. Ela estava muito nervosa, não percebo bem porquê, mas acho que no fundo era por ter de lhe contar que hoje não haveria mesmo sexo, nem que o mundo acabasse, nem que fossem para um local paradisiaco. Ele parecia desejoso de lhe tocar, de a sentir, de estar com ela nua, notava-se até no seu olhar. Mesmo nervosa, tensa, talvez envergonhada lá foram. qual não foi o susto quando derrepente fica de frente para um portão, ele sai do carro, deu-lhe umas indicações para acondução do mesmo, salta o muro, o portão abre-se, e…

lá estavamos nós, numa casa privada, com uma piscina coberta, um local lindo, quente, fantastico. quando começaram aos beijos, ela apesar de nervosa sentia-se muito feliz, ao mesmo tempo angustiada, agora porque realmente não podia haver sexo, mas porque no fundo ela queria mesmo era fazer amor. Contou-lhe, e a reação dele não podia ter sido a melhor, porque afinal ela podia passar uma noite maravilhosa da mesma forma, podia ir para dentro daquela psicina com ele podiam amar-se (?) das mais diversas maneiras.”

Esta seria uma história como tantas outras, talvez uma bela história de amor. No fundo ela é uma das estórias, em que o ponto alto a noite foi um homem extraordinário e amoroso no meio da psicina diz quequer coisa como:

“ESTÁS DISPOSTA A PARTILHAR A VIDA COMIGO?”

Pelas poucas vezes da minha vida me deixam sem resposta, não é que não tivesse já pensado nisso, mas o que tenho sofrido ensinou-me a pensar sobre o futuro. Sem dúvida que estou disposta a tudo, pelo homem que me faça feliz, pela pessoa que queira ser o pai dos meus filhos e educá-los a meu lado com muito amor, liberdade, carinho, respeito. Pela pessoa que consiga cantar para mim na hora do parto, pela pessoa que consiga ler para  mim quando eu um dia não puder… afinal uma pessoa que me ame, me respeite e me dê liberdade porque confia em mim e vai saber sempre como uso essas liberdade.

Hoje sei, que  o que começou com uma estória de paixão, está a transformar-se noma estória pessoal que vai além da paixão, e que se pensa no futuro. Mas um dia ouve alguem que me disse, “vive o presente no seu pleno, sem que o teu passado e as expectativas do futuro o estraguem com remorços ou com ansiedade”, e digamos que é verdade. Vivo em pleno esta relação, nova em tudo, existem os nossos passados esses nunca vão interessar, porque se falarmos em sofrer, eu já sofro com o presente que existe, mas faço-o porque acredito. Acredito em ti e em mim e, acima de tudo e todos, que vamos ser felizes, afinal desde que nos encontramos que já percebi, estamos cá para o que der e vier.