Especulação em Ligitma Defesa
6 08 2008Hoje tive uma chamada de atenção para um dos posts deste blog, ou diria mais, deste livro electrónico que faço questão que predure.
Releio o que escrevo frequentemente, para tentar aprefeicoar a escrita e os sentimentos que dela advém. Realmante estive a ler e reler o post que te chamou a atenção e te deixou a pensar. Também sei que ainda não estou verdadeiramente distante desta escrita e da situação que ela relata para poder ter certeza do que sinto realmente.
Não nego, que sinto muito aliviada por termos uma relação em que não há compromisso, nem haverá. Resta-me mesmo viver o que tenho, porque se já tinha aprendido a ser assim, então agora sou cada vez mais.
Não há compromissos, neste momento, por três motivos: Existe uma namorada, um estado civil e sentimentos que deverão estar numa fase de contrução primordial.
Para ser muito mais explicita:
- Uma namorada – a tua e só a tua – definitivamente que preferia que tu não tivesses um compromisso. Ela sim é o verdadeiro compromisso da tua vida vida. Gostes não gostes, sintas desejo ou não, te sintas feliz com ela ou não. Ela existe e bem e, não se pode descuidar essa parte. Ela têm sido a prova daquilo que tu fazes por ti e por ela. Ela é a mulher da tua vida para todos os efeitos legais. Ela é a pessoa que a em ou a mal tem estado contigo, é ela que te serve de companhia formal. Seria assim supostamente ela, a mulher, que vai contruir uma casa contigo (sem portas e com paredes de vidro), mãe do teu filho (rapaz de preferência), evelhecer a teu lado e tratar como mereces que te tratem. Atenção em parte não te culpo por nada disto, são simplesmente anos que passaram aos quais se aliou a cobardia ou a coragem (the brave ou the defeated).
- Um Estado Civil – entre casada e separada – sobre o ponto de vista legal estou neste ponto, e isso está lá, e enquanto não desmantelar este vinculo, não iria ter coragem para assumir tudo o que poder ser a sétima maravilha do amor – Nós – e do prazer de viver. Apesar desta estado eu não tenho qualqur tipo de compromisso com outra pessoa. Aliás se eu o tivesse nunca estaria a viver o que vivo contigo. Nunca o fiz. Tudo o que fiz foi livre para amar. Do género, sem sentir que existe outra pessoa. Sabes porquê? Pela entrega. Ou se faz ou não se faz.
- Sentimentos – os nossos – fase de construção primordial – é facto que estamos a conhecermo-nos e que derrepente podemos acordar para o mundo e um de nós vai desaparecer. Vai embora. Já não está. Por outro lado esta paixão e necessidade de estarmos, pode passar a ser um estado permanente, e vamos ter que mudar uma série de coisas na nossa vida, pelo menos na postura em determinadas situação. Neste momento estamos a recolher o que sentimos e como vivemos cada minuto da nossa vida, com e sem o outro, para que um dia talvez se consiga definir alguma coisa.
Passamos de um prazer carnal, que nunca o foi tão somente, tudo transcendeu isso mesmo, por isso andamos sempre a pensar o caminho que escolher. Só que o caminho a escolher tem a ver com a maneira como o preparamos e isso requer mtuitas decisões, que devem ser sempre feitas em função de nós mesmos e não do outro. Para assim estarmos plenos da nossa escolha.
Apetece-me dizer: Meu Amor, quando um dia percebermos que a vida para nós os dois faz sentido, que passamos de sexo a fazer amor e a querer estar – pelo sexo, pela companhia, pela aventura, pela pessoa, pelas gargalhadas, pela partilha, pela atenção, pelos mimos, pela complicidade, pela partilha, pela vontade, pelo amor – aí sim vão existir escolhas que acarretam decisões duras e dificieis. Disso deveremos ser poupados, enquanto não existem as verdadeiras certezas, por isso vamos viver sem promessas… juras de amor eterno… únicos.
Acredita gosto muito, mas muito, de ti…
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