Sem Promessas… Nem Juras de Amor Eterno… Únicos
5 08 2008Mais uns kilómetros á frente, mesmo com sono, não deixei de sorrir.
Tive uma sensação de que quando estivemos juntos, parecia que tinhamos 18 anos e que tinhamos roubado o carro a um dos nossos pais.
O que foi muito melhor, foi o não temos 18 anos, não roubarmos nada a ninguem, e acima de tudo vivemos bem a nossa vida.
Por mim falo. E um dos pensamentos altos da noite foi:
“Feliz, com certezas, com amor próprio, com carinho, com paz, com tranquilidade, alegria, paixão, desejo, vontade, excentricidade, hoje estou contigo e adoro. És, e tens sido, uma pessoa muito presente na minha vida, mas sem promessas. Sem promessas de sermos felizes para sempre, de juras de amor eterno, de sexo para o resto da vida e em todos os dias da nossa vida, de um amor e de uma cabana ou de uma casa com piscina, um cão, três filhos e 2 carros. Isto sim é sincero e, é isto que me faz sentir tão bem. Hoje tenho certeza que vivemos cada dia sem pedir mais nada um ao outro, isso faz de mim feliz, aprendi a aproveitar os momentos em que estou contigo. Só, sem mais nada. É tão bom – isso, TORNA-NOS ÚNICOS – espero que tenha sido tão bom para ti como para mim”.
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Categorias : Felicidade
Um Banco Traseiro
5 08 2008Ah pois, algumas até devem conhecem, eu conheço e o meu rabo também, aliás toda a zona lombar e costal (das costas), os braços, as pernas, a palma dos pés….
Cuidadinho: não me estou a queixar, mas ontem fui a primeira a pensar numa alternativa ou alternancia, a este banco que escorrega todo o suor que o meu corpo consegue explodir.
O caminho para casa depois das noites sexualmente transmissievies que tenho tido, fazem-me pensar em muitas questões, à parte ataques sentimentalistas que nos possuem cerebralmente, por momentos veio-me à cabeça que estou fartinha de carros, isto porque:
- condicionam-me as posições
- condicionam-me os movimentos
- levo dois emcontroes nas costas, um no nariz, mais um braço negro, pés no tecto, joelho encravado não sei onde…
- ah, e bela da sesta no período refratário, fica para o caminho que nem consigo pastenejar.
- mas confeso, estou cheia de dores nas costas, mas mesmo a serio.
- ah, e a despir, fazemos o pino antes de tirar as cuecas, é melhor usar poucas peças de roupa.
Bem, lá se vai on road e estes pensamentos são parte integrante de uma boa rodagem como a minha na A1, mas no fundo, e apesar de todas as alternativas, sei que:
- dores nas costas – que se lixem, as posições imaginação esgota e usa o mais possivel todas as possibilidades
- roupa - os vestidos são para estar arrumados?
- nodoas negras – ficam bem com o meu tom de pele
- a sesta – aproveita quando chegares à cama
A cima de tudo é facil – Querido! Sim tu! Não vou abdicar de passar momentos loucos, pincantes e excitantes contigo num banco de um carro, nunca mais! Sabias?
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Categorias : EU
IC 2 – O Novo Itenerário Complementar
5 08 2008“É quase impossível conciliar as exigências do instinto sexual com as da civilização” (Sigmund Freud)
Ontem foram daquele dias particularmente inteligentes. Completo e Cheio de Emoções fortes.
Estavamos desejosos de nos possuirmos, como quando se vai a uma casa de putas (boas) e se passam uns momentos sexualmente descarregantes e muito bons. Não sei se isso o define a ele, mas eu estou lá. Aliás, eu tenho sentimentos e sinto com ele, mas no que refere ao que eu defino como desejo sexual, todos os que me conhecem sabem que o defino como meramente carnal. E definitivamente estava assim, quase como se não tivesse sentimentos. Claro que quando as pessoas se sentem atraidas, sem medo, com paz, adoradas e desejadas todo esse processo é muito melhor. Mas lamechices à parte, isto tem só a ver com sexo.
Quando me sentei no carro, e passados poucos minutos lhe comecei aos beijos: na cara, pescoço, braço e afins, senti-me logo excitada. Era capaz de tudo. Apesar de ter fome, iamos jantar, o desejo que tinha de estar com ele sob o ponto de vista sexual era mais do que muito. rápidamente percei que esse desejo era mútuo, excelente!
No meio de uma condução, cautelosa, eu percebi que sim, o melhor – parou o carro encosta à direita, pisca para a direita, e …
… A RFM (a radio que não é normal) toca Pedro Abrunhosa – Tudo o que eu te dou…
Nessa altura já ele tinha passado para cima de mim. Sem dúvida um momento alto foi a musica a tocar, ele a penetra-me, beijamo-nos muito, as nossas mãos tocavam, apalpavam, agarravam, por todas as partes do nosso corpo. A derterminada altur pensei que estava a fazer amor. Não estava, nem eu nem ele, é fácil. Entregamo-nos ao som da nossa música, e deixamos que os nossos corpos se enrolassem o mais possivel, não estava em causa a questão do orgasmo, mas sim a questão da entrega, do desejo.
Isto no IC2, a caminho de um dos restaurantes melhores da minha vida, com um transito de camiões consideravel, e com o pisca para a direita – E TUDO O QUE EU TE DOU…
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