Voltei

31 08 2008

É caso para dizer que completamente fodida, cheia de febre, farta de stresses e com uma solidão brutal. Conheci toda a gento nos dois ultimos dias, em que ardi tanto em febre que não fui sair com a brasileira que beija na boca como um a louca, e que ensina os outros a som do sonho. Prometo que te vou pagar uma cervejinha e uns cigarros a Londres um da destes.  

Gostei imenso de ter conheci aquele alemão dono do bar, que não faço a minima onde era, enfim só sei que as Italianas são giras, as portugas nem por isso, isto porque eu ainda não tinha ido lá bater uma conversa na lingua que move o mundo – inglês.

Realmante que foi a pita ou o cabrão que me fizeram este broxedo da cena da febre, vão ver, para o ano vou para a Gran Canária onde os surfers são de lamber a areia, ou então vou para as Maldivas e roiam-se de inveja. Percebam que viajar, ou não, é uma questão de opção.

Ah adorei voltar e Lisboa é a cidade mais bonita do mundo. Voltei para amar muito, ser feliz sempre e fazer os outros felizes. Já agora, vou mudar o mundo dêem-me o tempo e a altura certa…





UM ERRO CRASSO

31 08 2008

 

Imaginem o erro que eu estava prestes a cometer…

Com esta relação de amante ou o que seja, em que existe uma cumplicidade, de um ele e uma ela, fundidos num Nós… Excelente…

No entanto, tenho noção do que eu posso dar e até onde posso dar.

Situação que não tem sido muito fácil para mim, mas imagino que para ele não será melhor. Eu sinto-me livre acima de tudo, a não dualidade dele leva-me a uma liberdade incondicional, o que é bom.

Ele por um lado, de liberdade não deve ter nenhuma, a não ser quando se entrega por amor, ao mar e a alguém que verdadeiramente ame, porque se solta, fica levemente livre. No entanto o seu dia é feito de liberdades condicionadas por outros e outras, chegando ao fim do dia preso por presas que fazem dele refém de uma vida que gostariam de ter. É sistematicamente condenado à opinião de todos e todas que o rodeiam e é altamente crucificado, como menos bom e menos sério, pela sociedade que o rodeia. Por amigos, eu bem sei. E bem me custa. Acima de tudo os meus amigos defendem-me, como se defendessem o diabo. Esse preço eu não pago.

 Ele não sabe o que dá e a quem dá, é condicionado porque não se pode dar, é condicionado nos sentimentos, é mutilado no amor que sente. Ele ama, eu sei. Não sei se ama a vida, se a ele próprio, mas ama a pessoa que sempre sonhou partilhar uma vida, momentos, raiva, alegria, enfim, ama incondicionalmente a pessoa que gostava que fosse sua. No entanto ele sabe que as pessoas são livres, muito mais livres quando percebem que não têm compromissos, quando não há nada para a frente, quando o amor é utópico.

O meu erro, estava em pensar, que mais uma vez estava certa quando enuncio e sofro pela felicidade dos outros, estava quase a esquecer-me de ser feliz – imaginem!

Achei que podia resolver a vida de um ser que tem dificuldade em se assumir, ou se assume de uma maneira muito sua, onde se ata com nós de marinheiro e se compromete com a liberdade condicional. Até certa altura, achei que podia dar opinião sobre a vida do outro, achei que tinha uma razão absoluta. Era mais uma pessoa a dizer o que tens que fazer… estava a ficar louca…

Por momentos pensei que poderia ser eu a decidir o que o outro tem de fazer, não lhe dando espaço de decisão, como poderia estar quase a cometer esse erro crasso, fatal, como a morte.

Eu que não suporto que se metem nas minhas decisões, na minha liberdade de pensamento, nas minhas escolhas, eu que não conto tudo, eu que vivo cada minuto comigo mesma, como se fosse a melhor pessoa do mundo, eu que me estimo e me cuido para mim mesma, para me agradar, eu que saiu de casa para dormir no melhor hotel da minha rua, como se fosse uma a amante de mim mesma.

Desculpa amor dos momentos,

 amor da saudade,

 amor da liberdade.

Estava a agarrar-te as asas desse amor,

que te dão liberdade para voar…

é a única coisa que tens…

e eu adoro ver-te voar…

ficas sonhador…

ficas o louco que amo,

na condição de te odiar,

quando deste amor não vier mais nada…

é puro…

Sonha,

enlouquece,

 voa,

 respira,

 brilha,

 acima de tudo ama-te

 e vive muito bem contigo,

segura-te quando fores para cair,

 ama quando tiveres a odiar,

 liberta-te quando te agarrarem,

foge do medo,

grita e transpira a felicidade que os teus olhos emanam quando olhas para …

…a tua liberdade

 

E como se diz:

                                               “Tudo o que amo deixo livre, se voltar é porque me pertence, se não é porque jamais me pertenceu”





Tanta beleza junta – aguenta-te

31 08 2008

 

A descrever desta ilha balnear passa por dizer que é, o local do mundo, onde os homens são lindos – os Espanhóis – até quando os polícias mandam parar é um prazer. Os policias aqui parecem àgua num dia de seca, são muitos, mas lindos, raro é encontrar um policia sem sal. já fui a três continentes diferentes e tenho a dizer que até hoje esta ilha ganha sem dúvida. Foi aqui que vi o homem mais bonito, até hoje nestes 30 anos e nunca andei de olhos fechados, deviam ter mais de 30 anos, era moreno, alto e tinha um corpo de fazer inveja às clínicas de estática. As suas mulheres – as espanholas – deixam muito a desejar, muito mesmo, são gordinhas. No geral os espanhóis são gordos, literalmente gordos, e as mulheres não são muito bonitas. Mas, esta ilha repleta de nordicas, lindas, altas, loiras e morenas muito bronzeadas, fazem os encantos dos nossos amigos espanhóis e dos portugueses que por cá vem ver como se respira a verão. Nesse caso até fico sem respirar quando as vejo. E por falar nisso, muito se vê, casais de gays, tanto no mais feminino como no mais masculino, mas ui… elas e eles são topo de gama dos gays que andam por ai, bons e boas. Enfim, num poderia ser lésbica, não tenho os requisitos de beleza.

Continuando, os espanhóis, per si, fazem os encantos dos mundo. Não descuidando alguns portugueses muito giros que conheci, mas são muito pão sem sal. Não são eles a luz da noite e que fazem as cervejas saberem tão bem, de longe. Aí voltamos aos espanhóis, que estão muito à-vontade na sua terra, e os Italianos, tenho impressão que se sentem como peixe na água.  Mas alemães, ingleses, holandeses há deles que brilham no escuro.

Pelo cheiro mau que tem esta ilha, existem homens que brilham, que são a sombra do verão e a água de todo o ano, tudo aqui é fácil desde que meta praia, cervejas, diversão, calor, beleza, droga, conversa, olá, tatuagens, piercings, sexo, mas acima de tudo respira-se a férias.

Ah, a não esquecer, a ilha onde se faz topless, entre novas e velhas, maminhas com plástica sem plástica, arrebitadas, descaídas, com estrias, sem estrias, enfim o que interessa é a parte de baixo do bikini, que na maioria não é fio dental, muito menos que em Portugal. Mas aqui soa parte de baixo, a de cima, fica para o ano. Por sistema não v portuguesa nenhuma a fazer topless, mais uma vez viva as nórdicas, estive sempre com elas – ainda bem que descobri a praia onde só aviam alemães e holandeses, outra vida, muito bom. A todos e todas que partilhamos de umas boas manhas e tarde, espero que continuem a fazer topless e a tentar conhecer meio mundo, como falamos.

Aproveitem as Balneres onde tudo e todos são liberais e a liberdade não tem limites.





NOSTALGIA

25 08 2008

 

Hoje ia na rua, a das férias, e dei por mim a pensar, na promessa que fiz:

“Prometo-te que a nossa casa na praia vai ser onde o mar é forte, onde há ondas, e onde areia cheira a nós. Assim garanto que os nossos filhos vão ter sempre a liberdade do mar, o brilho da areia e a calma da lua cheia. O sucesso é garantido, tenho certeza que, vamos ser muito felizes”

 

Hoje sinto uma coisa estranha, uma saudade, e sei que se não houver dinheiro para comprar essa casa na praia, vai haver amor e paz para sempre, porque acima de tudo a única coisa a que me propus foi continuar a ser feliz e fazer-te feliz, até que me doía a alma.

Se eu já não voltar, tu ficas, mas vais mudar a tua vida, vais ficar forte e lindo (como já o és) e vais querer tudo o que te prometi:

·         Amor

·         Liberdade

·         Fidelidade

·         O mar

·         A areia

·         A lua

·         A grande amizade que nos une

Se nada mudar, eu vou ser feliz e tu fica com aquilo que te prometeste.





O que tu sentias…

25 08 2008

Todos e todas as que têm lido as minhas estórias, têm percebido que este início coincidiu com o início de uma relação no mínimo diferente, prefiro chamar-lhe especial, assim é mais minha. É uma forma de achar que algo me pertence.

É uma relação que tem vindo a crescer e a acalmar uma paixão assulapada, com sexo a sair de orbita, mas com amizade, com momentos de toque e cheiro que só o meu cérebro se lembra e consegue recordar.

Tudo tem sido, verdadeiramente inesquecível, lembro-me de pormenores como me lembro de África, faço questão de os recordar muitas vezes, assim sei que vão estar mais tempo na minha alma.

Os dois a cantar um para o outro, os dois nus a apanhar um frio vindo de uma janela, o momento em que ambos atingimos um orgasmo tão intenso que é muito difícil de descrever, quando bebemos a água dos corpos um do outro como se tivéssemos uma sede que ninguém consegue saciar … enfim… tantos momentos… e as gargalhadas. E quando te tento acalmar, e quando me abraças como se me protegesses do mundo, e quando te imagino naquela piscina à noite, quase a chorar e a querer mudar um mundo, mas primeiro a vida…

… não há nada nem ninguém que me tire tudo isto…

É, e vai ser, uma relação a três, e nada disso me fazia confusão, até dar por mim a pensar que naquele sábado, em que passamos a noite juntos e fizemos amor, em que mais uma vez me entreguei a ti da forma mais pura que consegui, em que passamos uma noite estrondosa, a certa altura comecei a pensar que aquela relação com muito sexo, ia continuar no outro dia. Tornei-me estranha com o amanhecer. Afinal somos três, há dias que o sexo e o carinho começa comigo e acaba com ela. Há dias em que ele começa com ela, dormem agarradinhos e depois continua comigo. Há dias em que sou eu, há dias em que é ela.

Foda-se, que raiva, puta que pariu esta merda toda…

Ora eu, fodidíssima, prometo-lhe fidelidade? Do quê? Tenho que ser fiel a quê?

Dou por mim, num local, com pessoas lindas, as mais bonitas que os meus olhos já viram. Não é preciso prometer sexo a ninguém, não é preciso nada em especial, basta por conversa e todos se conhecem, todos bebem e todos fumam. Para mim foi estranho, mas ao mesmo tempo senti-me solta, estar sozinha continuar sozinha e conhecer pessoas de tanas partes do mundo. É muito bom. Estou sozinha, com pessoas engraçadas e muito bonitas, ele não está sozinho, tem as pessoas que o rodeiam, tem a namorada.

Na verdade não há ninguém que queira conhecer, nem o Deus Grego que vi na praia no outro dia, até posso dizer olá e de que pais venho, mas sigo, tenho objectivos definidos. Aliás esses objectivos parecem verdadeiramente ter mais significado quando ando com uma pessoa que não é minha, não me pertence, que tenho restrições, que não posso sonhar com o futuro, que não posso pensar em ter filhos, que não posso pensar em tantas coisas. Ou então penso-as de mais e acredito que jamais as posso ter. Ele nunca vai ser meu, ele não vai ser o pai dos meus filhos. A merda toda é que gostava, há uma coisa que gostava que ele fosse o pai dos meus filhos, sabem porquê?

Acho-o louco e muito ele quando está comigo, quando me telefona e está lixado com meio mundo, e o tento acalmar para tentar que ele dê a volta e se agarre verdadeiramente a / e às coisas que o façam feliz, no fundo que lhe dêem paz. Imagino-o, ou melhor, dou por mim a imaginá-lo a tratar-me muito bem enquanto grávida, dou por mim a andar ao pé no mar, grávida, e ele a vir de dentro do mar, desfeito, cansado, isto porque nem que ele tenha 60 anos vai surfar sempre, nem lhe permito outra coisa. Faz-lhe tão bem, deve ficar ainda mais bonito. Eu espero por ele cá fora, com os pés molhados, frios. Ele vem do mar, cai de cansaço, abraça-me os pés e eu sento-me, ele beija-me a barriga como se tivesse a dar um beijo à criança que passado um ano, vai estar cá fora e que ele me tira dos braços para lhe dar banho no mar. Tão bom… que sonho… que merda… que vida…

No fundo, sei que tenho o meu tempo, assim como ele tem o dele, nesta relação, que não quero desperdiçar, nem deixar, nem trair, estou-me a dar tal e qual como sou, e sei que é com amor, não me importo.

Vou ter o tempo necessário para começar tudo de novo, vou acabar uma parte da minha vida, e vou começar outra, é esse o tempo que vai determinar onde fica este amor/paixão já que me tenho dado tanto e às vezes não sei para quê. Mas continuo a apostar em nós, é importante para nós que eu volte à minha vida de sempre, é importante para mim que eu faça uma série de coisa, minhas. Depois sinto-me, sinto o que sinto por ti e por nós, vivendo sempre o nosso Nós de forma única, e aqui está o tempo que dita o tempo que te vou ter e que podemos vir a ter, mas só para nos fazermos felizes, não quero mais nada.  

Quando chegar tenho uma coisa para lhe dizer, mais uma vez, vou ter que falar-lhe numa série de coisas, dele mesmo, gosto muito dele com amizade e quando isso acontece não posso deixar que outras coisas aconteçam, sem dizer nada. Tenho saudades de falar contigo fofinho. Até tenho saudades de jantarmos os dois. A isto dirias que se chama partilha não é?

Há uma coisa que penso – como te sentes se estivesses no meu lugar? Será que ele nunca se pós deste lado?

 





Em reflexão… vou… fui…

18 08 2008

Esta poderá ser uma despedida. Essa coisa de não gostar de despedidas é uma tanga. Mais ou menos. No fundo vou apanhar um sol e banhar-me numas águas quentinhas.

Hoje é a azafama de por tudo ao geito e de ir – detesto viajar de noite – mas que se lixe.

Amor, fofinho, doido, gajo, querido e essas coisas todas parvas – vou mas os sentimentos também vão, é importante referir. Claro que vou conhecer meio mundo de gente, talvez pessoas interessantes, mas quando se sente, sente e isso dificilmente muda. Mudar seria o indicado para nós. Nem sei como consegues ir vivendo ou sobrevivendo no meio de tanto stress, gritos, murros, e merdas sem geito, que jamais deveriam fazer parte de uma familia e da condição de sobrevivente neste vida. Põe proposito, objectivos no que sentes, no que defines como preoridade, põe a felicidade e a plenitude em cima de tudo. Acima de tudo e de todos põe-te a ti e define-te como a única prioridade. Vive à tua luz e não vivas à luz dos outros.

Não sei se sou ou fui a mulher da tua vida – não sei se volto – não se se morro – sei que acima de tudo, espero que te tenha mostrado uma maneira dferente de se estar, um amor diferente, um ar novo, mas que acredites mais que tu podes fazer tudo, desde que com isso tragas a tua felicidade.

Todos os que lerem este blog – e obrigada às muitas visitas que tenho tido – hoje vou com 20 – que pensei que este não é um blog com as minhas estórias, é um blog de uma pessoa mais ou menos normal, que leva uma vida como tantas outras pessoas, só que faz tudo por tudo, dá 300 voltas à cama para se levantar e ser feliz, mesmo sentido muitas vezes uma solidão louca e intrinseca.

Aproveitem todos para viver a plenitude da vida com amor e carinho ao proximo (a).

A ti amor – que te amo de verdade – que fazemos amor – que daria muito da vida por ti – mas ainda não sabes – és lindo aos meus olhos e à flor da pele do nosso perfume. Um beijo na boca dos bons e dos nossos.





Novidades de Phi Phi

18 08 2008




Ana – Uma Estória

17 08 2008

 

Pelo amor que acredito que um dia brilhe e viage como uma estrela cadente, nesta minha vida confusa e pouco vitoriosa numa vida a dois.

Por uma noite de amor e por uma vida de desamores.

Hoje deixo-vos a estória da Ana e a dedico a todas as Anas da minha vida – que amo indondicionalmente.

“A Ana é uma mulher determinada, pelo menos tem sido até aos dias que correm. A vida tem sido generosa com ela até certo ponto. No entanto ao nível de relações vive sempre as paixões e os amores com muita intensidade. O que não lhe tem dado muitas facilidades na vida. Teve diversas paixões, assulapadas na adolescência, bem vividas, com dor, com intensidade. Essas paixões foram passageiras ou então muito platónicas. Teve um início de um mamoro, que acredita, ainda hoje ele gosta dela. Foi ela que acabou esse namoro porque não suportava o mal estar familiar que isso lhe dava. Ele nunca mais consegui refazer a sua vida. Hoje ela ainda pensa sobre isso, ele é boa pessoa, mas acabou sozinho e muito estragado. Depois, ainda no liceu passa por um namoro de 2 anos, com um grande amigo, diz ela hoje. Não houve sexo, houve uma ida para a faculdade, houve muito companheirismo. Ele com a vida refeita, ainda a trata tal e qual como a tratava quando namoravam, ela continua a achá-lo um miudo, como sempre achou, mas acha-o sem dúvida dos melhores amigos que teve e têm. Neste caso, também foi ela que acabou, e na altura ele ficou muito mal. Mas tudo se recompos. Passado algum tempo do segundo ano de estar na faculdade apaixono-se loucamente, um namoro de pouca dura, mas muito intenso, por ambos. Isso era claro. Ele aqui é que acabou. Ela ficou nitidamente na merda, fechou-se e fumou dias a fio, estava tão lixada. Um dia decidio que tudo passava, e nunca mais baixou a cabeça. E foi vê-la radiosa. Tornaram-se nos melhores amigos. Não era para mais eles tinham passado momentos excelentes e ela tinha descoberto o prazer fisico pela primeira vez. Foram momentos únicos, que nunca irá esquecer. No entanto, não tem saudades. Depois disso passaram uns anos, foram intensos de actividades sociais e muito trabalho.

Uma participação internacional em terras africanas fez desgraçar a vida de mais um. Uma pessoa sem dúvida especial, talvez por ser do país onde tiveram e por ter conseguido acabar uma relação de dependência muito grande. Foi um ano, ele gostava dela, mas ela já não tinha emoção, ele não lhe dizia muito, era muito sonhador, muito utópico. Ana começou a sair e a conhecer outras pessoas, ele não acompanhava. Enfim acabou, mais uma vez, ela. Hoje falam-se, e têm carinho e respeito um pelo outro, é bom. Ele, acabou o curso, e corre mundo, está ao serviço de uma congregação de padres, nunca mais teve ninguem, vive uma vida ao serviço de Deus. Ela arrepia-se de pensar que ele desistiu de ter filhos, ele defende que ama os sobrinhos incondicionalmente e que jamais vai querer voltar a ter alguem. A Ana custa-lhe, talvez se ela não tivesse aparecido na vida dele, ele ainda estivesse com a namorada da vida, que tinha à muitos anos, que dava a vida por ele. Coisa que a Ana nunca daria. No fundo ele parece feliz.

Foi com facilidade que cai nas manhas de um casamento de sonho, filhos e enfim dona de casa a viver para uma familia. Estavamos em 2001, Outubro, ela jamais consegue esqueçer uma tarde de Sabado, em que foi passear, com uma pessoa que conhecera com os novos amigos que tinha . Ele falou-lhe de amor. E apartir daí foram quase dois anos de vida em conjunto plena de satisfação um sonho muit real. Casamento marcado três vezes. Dois testes de gravidez – negativos. Começou a primeira traição, começou o primeiro abanão e foi quase mais um ano com: Violencia, medo, fome, nojo, doenças sexualmente transmissiveis, urgencias do hospital sozinha durante horas, uma amiga, policia, socorro…

Finalmente tudo isso foi à vida, ficou magra, só, mas muito calma. Seguiram-se agumas perseguições, alguns atropelos e empurrões, provocações. Ela não exitou, nunca mais o quiz ver na vida. Até hoje. Rezou sempre muito e hoje dá Graças a Deus de ter aprendio tanto sobre a vida e o amor… Diz que um dia fala só desta estória por ser tão marcante. Ele refez a vida, têm uma mulher extarordinária.

Desde sempre Ana defende as ex-namoradas, mulher, namoradas, e todas as de mais, que os seus repectivos gostam. Arendeu sempre a respeitá-las e admirá-las. Teve sempre certez que elas teriam coisas boas. efend incondicionalmente que as mulheres se deviam unir numa luta contra taições e faltas de respeito. Pelo menos a algumas. As boas postitutas não querem o marido ou namorado de ninguém, bom trabalho meninas. Não é femininismo, é uma questão de saber onde cada uma ocupa o seu lugar. Tem a ver com a posição.

No meio disto tudo e deste tempo, houve algumas ’cenas’, nada importantes ou tão importantes que passaram. Um dia conhece, no ginásio, o que viria ser o seu marido. Ele era lindo de brandar aos céus, tinha estilo. Com o tempo revelou-se, não era bem aquilo que ela admirava, mas no fundo a calma dele dava-lhe paz a ela. Namoro. Noivado, com festa a anel. Um casamento lindo. Um mês. E… derrepente a pessoa dcom quem tinha casado tansformou-se, era ele no seu melhor. Esqueçam. Uma separação passados 8 meses e 3 semanas.

E lá vai a Ana para um processo de divorcio, sinceramente, sem dó nem piedade.

Puta que pariu esta gaja. `

Tem quase 31 anos é feliz. Vive cada dia, vive momentos e vive acima de tudo de escolhas. Têm uma casa, dívidas, não têm a independência que quer, mas viaja o mais que pode, trabalha que nem uma doida. Estuda sempre e devia fazer muito mais do que faz. Fica doída com tantas coisas que deixa acumular.

Imaginei…

Está novamente apaixonada e desta vez por um homem, 4 anos mais novo, sente-se fundida num amor, estranho, muito platónico, com um sexo muito bom, cuidado, carinhoso. Cenas que duram à 4 semanas.

Têm dúvidas, não têm certezas e acumula uma situação que a começa a desagradar profundamente. Tem calma, apesar de a situação não ser compativel com os seus principios e valores. Com ele aprendeu a saber esperar, como as crianças, fica feliz quendo ele aparece e não quer saber de mais nada. Sabe cada vez mais ouvir. Sabe apreciar. Sente a saudade presente.

Sei que a Ana é uma mulher inteligente, perspicaz, cuidada, afectuosa, muito sonhadora com o conceito real de familia, vive intensamente e com o amor dos amigos, mas é sozinha.

E ao que parece, vai continuar sozinha, não consegue ter estabilidade emocional. Sente. Particularmente esta noite foi para um hotel, com o novo amor. Amor. Falaram de amor. Amor e mais amor. Mas no fundo ela derrepente lembrou-se que não é nada, que não pode estar bem com ele. Ele é lindo. Tem um cheiro tão bom. Mas ela não se sente segura. Continua a ter medo. Têm medo das doenças sexualmente transmissiveis. É verdade, relembra-se o pior ano da sua vida. E não deixa de sentir que a seguir a estarm ali, a fazer amor e mais amor, ele vai fazer exactamente o mesmo para outra cama com outra pessoa. Surge um angustia que aumenta porque o telemovel não dá sinal. Desde que sairam do hotel, ele nunca mais fez o favou de dizer que está bem. Afinal quem é ela. Boa é isso. Sente dor por ser a outra. `

A Ana já imaginou a vida dos dois, mas quando acorda são três. Acalma. 

A Ana sonha com um marido, sem dúvida, é como se nunca o tivesse tido. Sonha constantemente em ser mãe, em ter uma familia. Não é para já, Agora nem pensar. Não queria ter filhos já. Se tiver tanto melhor, mas não tendo, não têm. Sente que tem mais umas coisas para fazer. Talvez umas viagens, não sei.

Mas no fundo sente que o suposto amor lhe faz bem, já se imaginou com ele, em mais hotéis, na praia, nas férias, a ajudarem-se mutuamente, a ouvirem-se porque se há coisa que eles apreciam é ouvirem-se um ao outro. Ela sente-se feliz, só que quando fala em amor surge-lhe a angústia das camas e das mulheres. Nunca se interssou no passado dos outros, muito menos das pessoas com quem está, no entanto consegue perceber como o seu presente é afectado pelo presente dele. Procura muito lutar por eles.

A Ana pelo caracter que tem, não consegue esconder uma noite de prazer, de boas rizadas, bom vinho, o verão, o hotel. Aquelas almofadas que a ouviram quendo atinge o orgasmo são as mesmas quando se contém à espera que os dois possam atingir esse mesmo orgasmo. E fazem disso uma fusão de vida, de partilha e cumplicidade. Relembra as luzes com que conseguio ver os corpos nús que falam e se sentem.

No entanto começou a sofrer à medida que sente que ele e ela estão juntos, que ele e ela fazem amor, que ele e ela estão. Ele  – não sei se cobarde, se egoísta, sensível, prevenido, temido – admira a mulher que o acompanha à 8 anos. Ana, tÊm sido uma pessoa de coragem, porque admira muito a namorada do seu amante, pelo que ela deve ser e no fundo sofrer. Hoje, Ana sente-se muito solidária com ela, porque no fundo ele não a deixa ser feliz e passou 8 anos a admirá-la pela mulher que é, mas a enganá-la, sem lutar por nada, só a engana por noites trocadas em camas, carros e por aí, onde esteve com mulheres, mais perdidas ou mais achadas. Ninguem é perfeiro, ainda bem.

A Ana é sozinha, vai continuar a ser, aprecia o amor, e vai ver como a vida se vai desenrolar, mas com calma. A idade não lhe trás segurança, trás-lhe admiração, honestidade, sinceridade e gosto pelas coisas boas da vida. Vai lhe dar muito gozo observar muita coisa de perto.”

Esta é mais uma estória, desta vez, um bocadinho maior, e como lá dizem qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.





I gave you all that I have inside

15 08 2008

 

Partilhar com o mundo, é dizer-vos que desde o dia 22 de Julho até hoje, os meus sentimentos foram-se transformando. Tudo o que me aconteceu, de bom e de mau, é que o se consegue dizer nesta letra desta música. É o que sinto, é o que me move, é o que me faz nascer de felicidade plena, ao lado de alguém que tem feito o melhor para que eu seja a …

(tenho sempre aquele problema, sei qual a minha posição e tenho uma dificuldade do pior em definir papéis)

Apesar de que, muito se vai passar e muitas tempestades vão mudar ou orientar o rumo deste “No Ordinary Love”. Teimo em dar-me e entregar-me a ti a cada minuto e cada instante que passamos juntos. Não imaginas o que sinto, é meu, é a minha forma de sermos felizes, é tudo ou nada é pegar ou largar, por isso: Por nós, hoje, I gave you all the love I got, e nunca me vou arrepender.

Pelo prazer – Ouçam: Sade – No Link “No ordinary love” e acompanhem a letra

I gave you all the love I got
I gave you more than I could give
I gave you love
I gave you all that I have inside
And you took my love
You took my love
Didn’t I tell you
What I believe
Did somebody say that
A love like that won’t last
Didn’t I give you
All that I’ve got to give baby
I gave you all the love I got
I gave you more than I could give
I gave you love
I gave you all that I have inside
And you took my love
You took my love
I keep crying
I keep trying for you
There’s nothing like you and I baby
This is no ordinary love
No ordinary Love
This is no ordinary love
No ordinary Love
When you came my way
You brightened every day
With your sweet smile
Didn’t I tell you
What I believe
Did somebody say that
A love like that won’t last
Didn’t I give you
All that I’ve got to give baby
This is no ordinary love
No ordinary Love
This is no ordinary love
No ordinary Love
I keep cryingThere’s nothing like you and I baby
This is no ordinary love
No ordinary Love
This is no ordinary love
No ordinary Love
Keep trying for you
Keep crying for you
Keep flying for you
Keep flying I’m falling
I’m falling
Keep trying for you
Keep crying for you
Keep flying for you
Keep flying for you I’m falling
I’m falling
I keep trying for you





Eternamente…

15 08 2008

… COMIGO… NÃO EXISTE

Ontem disse que, até hoje, sei que não há ninguem que queira morrer nos meus braços, ou que eu possa morrer nos seus, como o meu anjo protector partiu e se transformou na minha divina guarda.

Por muito que me custe a aceitar é verdade.

Por muito que me doa é a consequência. Há quem diga, que de uma força que alguém, jamais até hoje, conseguio aguentar.

Acreditem, o mais comum dos mortais, não há ninguem que vá viver para sempre comigo, não há amor que dure para sempre e que seja tão intenso que consiga suportar tudo o que exigo: Liberdade, Amor, Cobardia. Afinal é o meu preço e o meu lema é ser A ÚNICA E A ETERNA DAS AMAMTES.

Não há homem que tenha essa fortuna – assim me sinto e assim vejamos.